Engenharia de alimentos
É a área da engenharia responsável pelas técnicas e conhecimentos usados na fabricação, na conservação, no
armazenamento e no transporte de alimentos industrializados. Esse profissional atua em escala industrial, cuidando de todas as etapas de preparo e conservação de alimentos de origem animal e vegetal. Seleciona a matéria-prima, como leite, carnes, peixes, legumes e frutas, e define a melhor forma de armazenagem, acondicionamento e preservação dos produtos, projetando embalagens. Desenvolve e testa formulações, com a finalidade de determinar o valor nutricional de alimentos industrializados, seu sabor, sua cor e sua consistência. Desenvolve também, tecnologias limpas e processos para aproveitamento de resíduos. A indústria alimentícia é, sem dúvida, o principal campo de atuação desse tipo de engenheiro. Ele pode, ainda, trabalhar em indústrias fornecedoras de equipamentos, embalagens e aditivos.Mercado de Trabalho
A indústria alimentícia e a agroindústria são tradicionais empregadoras desse profissional, que é contratado para atuar diretamente nas linhas de produção, na gestão de pessoas, no controle e na gestão de qualidade, no apoio a processos e na pesquisa e desenvolvimento de produtos. Outras áreas que também contratam engenheiros de alimentos são a de desenvolvimento e testes de embalagens, estudo do aumento do tempo de vida dos produtos nas prateleiras e insumos para a indústria de alimentos. As indústrias do setor estão espalhadas por todo o país. Mas grande parte delas está concentrada nas regiões Sudeste e Sul.
Salário inicial: R$ 3.270,00 (6 horas diárias); Fonte: CONFEA.
O Curso
Os dois primeiros anos da graduação em engenharia de alimentos são de formação básica, com aulas de matemática, química, bioquímica, físico-química e termodinâmica. Depois, o currículo enfatiza as disciplinas mais técnicas, ligadas à produção e à conservação dos vários tipos de alimento. Os conteúdos das áreas de economia e administração dão fundamento ao futuro profissional para que possa atuar em gerenciamento industrial. A realização de estágio e trabalho de conclusão de curso são obrigatórias.
Duração média: cinco anos.
Em quais frentes o profissional pode atuar
Armazenamento e transporte: Estabelecer parâmetros de armazenamento e transporte, visando à garantia de qualidade do produto acabado.
Automação de processos: Planejar e implantar linhas automatizadas de produção.
Consultoria: Prestar assessoria a empresas da área alimentícia no desenvolvimento de produtos, layout de equipamentos e de plantas de produção e implementar sistemas de controle da qualidade.
Controle de qualidade: Organizar métodos e sistemas de controle e garantia de qualidade das matérias-primas e dos produtos processados nas indústrias alimentícias, coordenar análises laboratoriais.
Pesquisa e desenvolvimento: Criar e aperfeiçoar produtos, de acordo com as necessidades do mercado. Pesquisar matérias- primas, embalagens e tecnologias de produção.
Planejamento e projetos Agroindustriais: planejar e implantar instalações industriais alimentícias e dimensionamento de equipamentos. Avaliar a viabilidade econômica de novas indústrias, estudando as oportunidades de mercado.
Produção: Desenvolver e aprimorar processos de produção, fazer a seleção de máquinas e equipamentos fabris. Planejar e supervisionar operações industriais, administrando as equipes e as diversas etapas de produção. Estudar e implantar métodos para aumentar a produtividade, reduzir custos e garantir a segurança no trabalho.
Tratamento de resíduos: Definir métodos de descarte, reciclagem e possível reaproveitamento de resíduos da indústria alimentícia, protegendo o meio ambiente e visando à sustentabilidade.
Vendas técnicas e marketing: Desenvolver aplicações visando à comercialização de matérias-primas, ingredientes, insumos e equipamentos para a indústria alimentícia.
Automação de processos: Planejar e implantar linhas automatizadas de produção.
Consultoria: Prestar assessoria a empresas da área alimentícia no desenvolvimento de produtos, layout de equipamentos e de plantas de produção e implementar sistemas de controle da qualidade.
Controle de qualidade: Organizar métodos e sistemas de controle e garantia de qualidade das matérias-primas e dos produtos processados nas indústrias alimentícias, coordenar análises laboratoriais.
Pesquisa e desenvolvimento: Criar e aperfeiçoar produtos, de acordo com as necessidades do mercado. Pesquisar matérias- primas, embalagens e tecnologias de produção.
Planejamento e projetos Agroindustriais: planejar e implantar instalações industriais alimentícias e dimensionamento de equipamentos. Avaliar a viabilidade econômica de novas indústrias, estudando as oportunidades de mercado.
Produção: Desenvolver e aprimorar processos de produção, fazer a seleção de máquinas e equipamentos fabris. Planejar e supervisionar operações industriais, administrando as equipes e as diversas etapas de produção. Estudar e implantar métodos para aumentar a produtividade, reduzir custos e garantir a segurança no trabalho.
Tratamento de resíduos: Definir métodos de descarte, reciclagem e possível reaproveitamento de resíduos da indústria alimentícia, protegendo o meio ambiente e visando à sustentabilidade.
Vendas técnicas e marketing: Desenvolver aplicações visando à comercialização de matérias-primas, ingredientes, insumos e equipamentos para a indústria alimentícia.
As melhores escolas (segundo o Guia do Estudante)
5 estrelas: Mg Viçosa UFv. SC Florianópolis UFSC. SP Campinas Unicamp. São José do Rio Preto Unesp.
4 estrelas: GO Goiânia UFG. PB João Pessoa UFPB. PR Maringá UeM. RS Porto Alegre UFRgs. Rio grande Furg. SP Pirassununga USP. São Caetano do Sul Mauá-SP. RJ Seropédica UFRRJ.
3 estrelas: BA Itapetinga Uesb. CE Fortaleza UFC. Goiânia PUC-Goiás. MG Lavras Ufla. PR Curitiba PUC-PR Eng. de Alim. (ênf. em agroind.). Ponta grossa UePg. RJ Rio de Janeiro UFRJ. RS Erechim URi. Passo Fundo UPF. SE São Cristóvão UFs. SP Barretos Unifeb. Santa Bárbara D’Oeste Unimep. TO Palmas UFT.
Referências: Guia do Estudante; CONFEA.